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Símbolos e sinais de Santa Rita

Santa Rita de Cássia possui símbolos e sinais de fé que refletem sua vida marcada pela humildade, sofrimento e profunda devoção. Esses elementos têm grande significado espiritual para os devotos. Veja os principais:


  • As abelhas
  • Entrada no convento
  • O galho seco e a videira
  • As rosas e o figo
  • Estigma na testa
As abelhas
Relatam os hagiágrafos da Santa que, poucos dias após o seu batismo, um enxame de abelhas brancas a envolveu, quando estava em um cesto à sombra das árvores. Muitas das abelhas rodeavam sua boca, sem a ferroar. Um jovem trabalhador, que passava pelo local a procura de socorro, pois tinha ferido gravemente a mão, avistou as abelhas em volta da criança. Ele correu e sem se preocupar com seu ferimento, começou a espantar as abelhas. A medida que ia afastando-as o seu ferimento ia desaparecendo, parou de sangrar e milagrosamente sumiu. Este acontecimento está representado em uma bela pintura do século XVII e também numa fonte de Roccaporena.
Entrada no convento
Viúva e sem filhos, Rita voltou sua vida completamente a Deus e decidiu entrar no convento das Irmãs Agostinianas. Sua aceitação, contudo, não foi fácil, pois as religiosas tinham dúvidas sobre sua vocação e a recusaram três vezes. Certo dia, Rita foi misteriosamente encontrada dentro do convento, atrás de uma porta que dava acesso ao pátio. Segundo a tradição, este fato se deu através da intercessão de seus santos de devoção: Santo Agostinho, São João Batista e São Nicolau de Tolentino. O acontecimento surpreendeu as religiosas, pois para chegar até ali era preciso atravessar outras três portas fechadas.
O galho seco e a videira
colocando à prova a obediência da recém admitida Rita, que já estava com idade avançada e com saúde fragilizada, a superiora do convento ordenou-lhe que regasse de manhã e de tarde um galho seco, provavelmente um ramo de videira ressequido e já destinado ao fogo. Rita não ofereceu dificuldade alguma, com admirável simplicidade, cumpria a tarefa, enquanto as irmãs a observavam com irônico sorriso. Um belo dia, todas se assombraram: a vida resurgiu naquele galho seco. Surgiram brotos, apareceram folhas e uma bela videira se desenvolveu, dando a seu tempo deliciosas uvas. Esse fato foi considerado um milagre pela comunidade, simbolizando que, com fé e perseverança, Deus pode trazer vida até mesmo ao que parece estar morto. A videira que teria sido cuidada por Santa Rita ainda existe no convento de Cássia, na Itália, e continua a produzir uvas até hoje. Essas uvas são vistas como um sinal da intercessão e da santidade de Santa Rita, e muitas pessoas que visitam o convento recebem pequenas porções delas como lembrança e símbolo de sua devoção. O milagre da videira é também um ensinamento sobre a confiança no poder de Deus e a importância da obediência e humildade. No Santuário Santa Rita em Curitiba, os devotos podem visitar o "Caminho das Uvas", uma videira de uvas verdes, que faz referência a este símbolo Ritidiano.
As rosas e o figo
As rosas estão intimamente ligadas à vida e à espiritualidade de Santa Rita, especialmente a um milagre ocorrido próximo ao fim de sua vida. Conta-se que, no inverno rigoroso da Itália, Rita pediu a uma parente que lhe trouxesse rosa e figo de seu antigo jardim em Roccaporena, povoado onde nasceu e viveu grande parte de sua vida. A mulher considerou impossível atender a esse pedido naquela época do ano, mas ao chegar no jardim ficou surpresa ao encontrar uma bela rosa florescendo em meio à neve e dois figos maduros em uma figueira congelada. Esse evento simboliza o amor de Deus por Santa Rita e é interpretado como um sinal de sua intercessão e graça. As rosas também representam o sofrimento transformado em beleza e a esperança diante das dificuldades. 

Por isso, na devoção popular, as rosas são usadas para pedir milagres ou agradecer bênçãos por sua intercessão. Na celebração litúrgica de Santa Rita, é comum a bênção e a distribuição de rosas como um gesto de fé, evocando esse milagre e a espiritualidade da santa. Já os figos simbolizam a abundância de graças e os frutos espirituais que brotam da fé e da obediência a Deus. Esse episódio mostra que Deus não apenas atende às necessidades espirituais, mas também pode suprir necessidades humanas simples, como alimento, em momentos inesperados.

Por este motivo, o Santuário das Rosas é assim conhecido, pela quantidade de rosas que temos em nossos jardins, pelos devotos que trazem suas rosas em gratidão a Santa Rita de Cássia, que posteriormente - quando murchas - tornam-se pétalas bentas e são distribuídas aos devotos nas quintas-feiras e todo dia 22.

Estigma na testa
Contemplando Jesus crucificado, Santa Rita desejou profundamente participar de Sua Paixão. Em resposta a esse anseio, um espinho da coroa de Cristo cravou-se em sua testa, abrindo uma ferida com a qual conviveu por 15 anos. A chaga cicatrizou apenas uma vez, em 1450, quando Rita desejou peregrinar a Roma durante o Ano Santo. No entanto, ao retornar a Cássia, a ferida voltou a abrir-se, permanecendo até o fim de sua vida. O estigma de Santa Rita pode ser observado até hoje. Em 1972, 515 anos após sua morte, um médico perito analisou a marca em sua testa e a descreveu como “uma pequena alteração óssea, linear, penetrado por um instrumento agudo”.
 
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